O subfundo reúne 21 documentos — atas, correspondência, circulares, convocatórias, documentos financeiros e materiais programáticos — produzidos pelo CEAP entre 1968 e 1975, cobrindo os seguintes eixos principais:
• a gestão interna do Centro, documentada em atas de reuniões realizadas entre outubro de 1972 e maio de 1973, que registam deliberações sobre quotas, revisão de estatutos, programação de conferências e relação com o curso de Ordenamento Agrário de Oeiras;
• a representação internacional na IFLA, incluindo circulares e listas nominais para a eleição do delegado português, correspondência com a federação e registos de pagamento de quotas anuais; a documentação confirma que o secretariado da IFLA funcionava no ISA à data;
• a organização do Curso Livre de Arquitetura Paisagista (CLAP), com documentação sobre o funcionamento pedagógico do curso, incluindo uma carta do Conselho Pedagógico (junho de 1975) e documentos produzidos em reuniões gerais de alunos (1974-1975), que refletem o ambiente de transformação académica do período pós-25 de Abril, com discussão sobre a reestruturação democrática do curso e a organização de grupos de trabalho;
• a campanha de sensibilização escolar “A Natureza e a Criança” (1970-1971), com documentação sobre a estrutura da iniciativa, o plano de trabalho, a lista de escolas contactadas e os materiais de apoio, bem como a carta enviada ao Ministro da Educação Nacional em novembro de 1970;
• a gestão financeira do Centro, com registos de movimento de caixa e pagamento de quotas entre 1968 e 1972, documentando as contribuições de membros e as despesas operacionais.
Segunda Assembleia Geral, realizada nas instalações provisórias da Rua Bernardo de Lima, 47, para a eleição dos Corpos Gerentes. Com 11 votos, ganhou a lista A, entre as 4 listas apresentadas, e com os seguintes corpos gerentes:
• Gabinete: Artur Dinis Raposo (Presidente), Edgar Fontes (vice-Presidente), Manuela Raposo Magalhães (Secretária), Graça Saraiva (Tesoureira)
• Conselho Fiscal: José Marques Moreira (Pres.), Celeste Ramos (vogal), Maria João Botelho (vogal)
• Comissão de Avaliação Curricular: António Barreto, João Reis Gomes e Alexandre Cancela D’Abreu
Foram fixados valores da joia e as quotas, para profissionais e para estudantes.
Livro de atas da Assembleia Geral da Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas (APAP), em continuidade do Livro nº 2. Reúne 14 atas de assembleias gerais ordinárias, plenárias e extraordinárias, documentando a atividade do órgão deliberativo da associação entre 25 de novembro de 2005 e 11 de abril de 2012. As reuniões realizaram-se maioritariamente em Lisboa, na sede da APAP, registando-se também sessões fora da capital — designadamente no Porto (2007) e em Loulé (2008) — bem como em locais institucionais cedidos para o efeito, como o Museu da Fundação Oriente em Lisboa (2010).
As atas registam, de forma sistemática, a data, local e hora das reuniões, a ordem de trabalhos, as deliberações e votações, e as assinaturas dos membros da Mesa. O volume documenta um período marcado pela maturação do processo de transformação da associação em Ordem profissional e pela progressiva afirmação institucional da APAP, estruturado em torno dos seguintes eixos:
• o processo de criação da Ordem dos Arquitectos Paisagistas, eixo transversal a todo o volume, com destaque para a elaboração do "Estudo sobre a necessidade de uma Ordem", do Projeto de Estatutos da futura Ordem, da "Caracterização da Arquitetura Paisagista em Portugal" pelo Centro de Estudos de Arquitetura Paisagista do Instituto Superior de Agronomia, e da entrega formal da documentação na Assembleia da República, com audiências junto da Presidência da AR, do Governo e dos grupos parlamentares;
• as relações com as instâncias internacionais da profissão, designadamente a deliberação de readmissão da APAP na IFLA (2007), a continuidade da participação na EFLA — com a representação ao mais alto nível através da eleição e reeleição da sócia Teresa Andresen como Presidente da EFLA e Vice-Presidente da IFLA — e a participação em assembleias, congressos e comités internacionais;
• a resposta institucional ao novo quadro legislativo da construção e do licenciamento (Lei n.º 31/2009 e Portaria n.º 1379/2009), incluindo a interpelação dos poderes públicos, a articulação com a Ordem dos Arquitectos para defesa das competências profissionais e a contratação de apoio jurídico especializado;
• a gestão patrimonial da sede, abrangendo as negociações com a Câmara Municipal de Lisboa em torno de imóveis alternativos (designadamente o Edifício do Lago da Rainha e a "Casa da Fundação" em Monsanto), a análise de propostas de outras autarquias (Câmara Municipal de Oeiras), a deliberação, em 2006, de não interpor ação judicial pelo despejo da anterior sede da Rua de O Século, e a renegociação do contrato de arrendamento do imóvel ocupado;
• a aprovação anual de relatórios de atividades, balanços e contas, com discussão recorrente sobre os critérios de elaboração e a clareza da informação prestada aos sócios;
• a definição de instrumentos normativos da associação, designadamente a revisão da Diretiva para a Admissão de Sócios em articulação com o Processo de Bolonha e a Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES), o ajustamento das quotas e a regulação dos processos de exclusão de sócios por incumprimento;
• a consolidação das estruturas regionais, com particular incidência na formalização da Secção Regional do Algarve e no esboço da Secção Regional do Norte;
• a participação da APAP em matérias de política pública, designadamente a colaboração com o Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território na estruturação da Política de Arquitetura e Paisagem, a revisão do Decreto-Lei n.º 73/73, a representação em júris e comissões consultivas, e a participação na revisão do Plano Diretor Municipal de Lisboa;
• as iniciativas científicas, culturais e editoriais da associação, com destaque para as comemorações dos 30 anos da APAP (2005-2006), as comemorações do centenário do Professor Francisco Caldeira Cabral (2008), o lançamento da Revista AP, a renovação da página digital, a criação dos Prémios Nacionais de Arquitetura Paisagista (PNAP) e dos Prémios Jovens em Arquitetura Paisagista (PJAP), e a circulação internacional da exposição "O Arquiteto Paisagista: Conceito e Obra" (Portugal, Espanha, Argentina, Uruguai e Brasil);
• a proposta e discussão da atribuição do título de sócio honorário a personalidades da arquitetura paisagista e da arquitetura portuguesas (designadamente Ilídio de Araújo, Nuno Teotónio Pereira e Álvaro Dentinho).
O volume encerra com o Termo de Encerramento, datado de 11 de abril de 2012 e assinado por Helena de Barros Gomes (2.ª Secretária da Mesa), determinando o fim da utilização do livro manuscrito em virtude da modernização dos procedimentos de elaboração e transcrição das atas, com a sua substituição por um livro de atas informatizado, constituído por folhas soltas numeradas.
2ª reunião da Comissão da APAP, realizada nas instalações temporárias na Rua Bernardo Lima.
Presentes: Artur Diniz Raposo, Edgar Fontes, Maria Graça Saraiva e Maria Manuela Raposo Magalhães.
Assuntos: Inscrições de sócios; contacto com a IFLA; currículo da licenciatura.
Reunião sobre correspondência recebida, em concreto o recibo da quota de 1976 da IFLA e pedido de apoio da "Enterprise Ulster" para visita a experiências de planeamento urbano em Portugal. Discussão sobre a eleição do representante da APAP na Assembleia da IFLA (Turquia, setembro). Decidiu-se adiar a eleição por ser inoportuno realizá-la em período de férias e ausência da maioria dos sócios.
Associação Portuguesa dos Arquitectos PaisagistasLivro destinado ao registo das atas das reuniões da Comissão Diretiva da Associação Portuguesa dos Arquitetos Paisagistas.
Contém o registo de uma reunião realizada em 3 de dezembro de 1985, na qual participaram membros da direção da associação. A ata documenta assuntos relacionados com a organização interna da direção, a gestão administrativa e financeira, o funcionamento do secretariado e as relações institucionais da associação.
Entre os temas referidos incluem-se a organização de contactos entre membros da direção para marcação de reuniões, questões relativas ao exercício profissional e ao ensino da Arquitetura Paisagista, procedimentos administrativos da tesouraria, apoio ao secretariado e a comunicação com a International Federation of Landscape Architects (IFLA).
O livro inclui ainda uma nota manuscrita posterior que indica a necessidade de abertura formal do livro, numeração das folhas e respetivo registo.
O livro reúne 49 atas de reuniões ordinárias e extraordinárias da Direção da APAP, realizadas entre 27 de dezembro de 2006 e 21 de fevereiro de 2008, no âmbito do biénio 2007-2008. Inclui, ainda, o Termo de Encerramento lavrado pelo Presidente da Direção.
Os assuntos tratados estruturam-se em torno dos seguintes eixos principais:
• a gestão e itinerância da exposição comemorativa dos 30 anos da APAP “O Arquitecto Paisagista: conceito e obra”, com passagem por Lisboa, Tavira, Évora, Porto, Vila Real, Funchal, Argentina e diligências para a Holanda, Espanha e Expo Saragoça 2008, incluindo a contratação e substituição de comissário, designers e produtora, a angariação de patrocínios e a gestão do respetivo orçamento;
• a organização do Colóquio Caminhos da Transversalidade — Património Paisagístico, realizado em outubro de 2007 em parceria com o IGESPAR, o ICNB e o ICOMOS;
• a preparação das comemorações do centenário do nascimento do Professor Francisco Caldeira Cabral (2008), com a constituição de uma comissão organizadora;
• a gestão da sede da associação, incluindo a pesquisa de novos espaços para arrendamento, visitas a imóveis na Rua do Salitre, Cais do Sodré e Rua dos Remolares, e as negociações com a seguradora Fidelidade;
• a admissão de sócios, com apreciação regular de processos enviados pela Comissão de Admissão e Classificação (CAC), e a gestão de processos de exclusão;
• as relações com instâncias internacionais da profissão, designadamente a participação no Congresso Mundial da IFLA na Malásia, a representação na EFLA e as diligências para a reintegração da APAP na IFLA;
• a resposta ao processo de Bolonha e às decisões da Direcção-Geral do Ensino Superior (DGES) sobre o reconhecimento do mestrado integrado em Arquitetura Paisagista, incluindo a convocação de uma Assembleia Geral Extraordinária em Évora;
• a gestão de protocolos institucionais, nomeadamente com o IPPAR, a DGEMN, o IMC e a Câmara Municipal de Cascais, esta última relativa ao Prémio Municipal Professor Francisco Caldeira Cabral;
• a gestão interna da associação, incluindo questões de pessoal, atualização salarial, regulamento administrativo de assiduidade, seguros profissionais e de viagem, e o acompanhamento de um processo judicial relativo ao desaparecimento de dinheiro em 2005-2006.
O livro reúne 17 atas de reuniões da Direção da APEAP, realizadas entre 21 de março de 1989 e 13 de outubro de 1990, com uma interrupção entre outubro de 1989 e abril de 1990, provavelmente decorrente de uma mudança de Direção.
Os assuntos tratados estruturam-se em torno dos seguintes eixos principais:
• a estruturação logística e legal da associação, incluindo a instalação da sede, a aquisição de equipamento, a produção de materiais de identidade visual (logótipo, cartão de sócio e carimbo), a cobrança de quotas e a legalização formal mediante entrega de estatutos;
• as relações com a APAP, nomeadamente a negociação de descontos para sócios da APEAP em encontros profissionais, a partilha de sede e recursos, a elaboração de um protocolo de cooperação e a criação de um centro de documentação conjunto;
• a organização de publicações e eventos, incluindo o Boletim Informativo, a proposta de um Anuário com projetos de estudantes, a realização de colóquios sobre campos de atuação do Arquiteto Paisagista e de um ciclo de cinema temático;
• a participação internacional, designadamente a representação da APEAP no Grand Council da IFLA em Bergen (Noruega), os contactos com a Associação Portuguesa de Estudantes Florestais (APEF) e com a Conselho Nacional de Juventude (CNJ), a preparação do Encontro Europeu de Estudantes de Arquitetura Paisagista (EEEAP) e as diligências para a constituição de uma associação europeia de estudantes;
• a gestão de projetos associativos, incluindo a carteira de estágios, o projeto “Outros Paisagistas” (intercâmbio com universidades estrangeiras), o projeto do Anuário de divulgação da profissão, e o questionário ao ensino da Arquitetura Paisagista no ISA e na UE;
• a gestão financeira, incluindo pedidos de subsídio ao Instituto Nacional de Investigação Científica (INIC), à Secretaria de Estado da Juventude (SEJ), à Fundação Eugénio de Almeida e a outros, bem como a angariação de publicidade para as publicações da associação.
O separador reúne três núcleos documentais distintos, em ordem cronológica:
A. Documentação fundacional (1952) (p. 1 a 13)
- Carta-petição constitutiva ao Director General de Seguridad, Madrid, 13 de dezembro de 1952. Os abaixo-assinados, reunidos na véspera (12 Dez 1952) no Museo Romántico (San Mateo 13), solicitam ao Sr. Director General de Seguridad a aprovação dos Estatutos e a formação legal do "Instituto de Estudios de Jardinería y Arte Paisajista", com domicílio social em San Mateo 13, Museo Romántico, destinado a desenvolver um ambiente de trabalho em benefício da floricultura, jardinagem, árvores e paisagem espanholas. Assinada por: Presidente Fdo. Gabriel Bornás; Vicesecretario 1.º Fdo. Francisco Prieto Moreno; Vicepresidente 2.º Fdo. Princesa de Hohenlohe; Secretaria Fdo. C. de Cosío.
- Ata da reunião constitutiva do IEJAP, 12 de dezembro de 1952, Museo Romántico, Calle San Mateo 13, Madrid. D. Mariano Rodríguez de Rivas procedeu à leitura dos Estatutos, aprovados por unanimidade. Eleição da primeira Direção:
• Presidente: Gabriel Bornás (Engenheiro Agrónomo)
• Secretária: C. de Cosío de las Bárcenas
• Tesoureiro: Carlos Domínguez de la Fuente (Advogado)
• Responsáveis de Secção (Vicepresidentes): Jardinagem —Francisco Prieto Moreno (Arquiteto); Árvores — Princesa de Hohenlohe; Floricultura —Baronesa de Casa Valdés; Paisagem —Ángel del Campo
Lista de membros fundadores presentes (18):- Princesa de Hohenlohen; 2. [ilegível]; 3. Marquesa de Manzanedo; 4. Srta. de Creus; 5. Consolita de Cosío; 6. Francisco Prieto Moreno (Arquiteto); 7. Carlos León Segura (Eng. Agrónomo); 8. Gabriel Bornás (Eng. Agrónomo); 9. Mariano Rodríguez de Rivas (Advogado); 10. Ricardo Pérez Calvet (Eng. Agrónomo); 11. D. Miguel Fisac (Arquitecto); 12. D. Miguel Angel García Lomas (Arquiteto); 13. D. Santiago Aróchaga (Eng. de Estradas); 14. Carlos Domínguez de la Fuente (Advogado); 15J. oaquín Martínez Friera (Tenente Coronel); 16. Froilán Gracia (Jardineiro); 17. Ángel del Campo (Eng. de Estradas); 18. José León Jáuregui (Arquiteto)
Membros Honorários: Académico Conde de Casal; Luis Ceballos (Eng. Florestal). Membros de Honra: Rafael Cabestany (Ministro de Agricultura); Díaz Pérez González (Ministro de la Gobernación); Antonio Gallego Durán (Director General de Bellas Artes); Lord Aberconway (Presidente da RHS, Londres); Sr. Jellicoe (Presidente da Federação Internacional de Arquitectura Paisajista).
- Princesa de Hohenlohen; 2. [ilegível]; 3. Marquesa de Manzanedo; 4. Srta. de Creus; 5. Consolita de Cosío; 6. Francisco Prieto Moreno (Arquiteto); 7. Carlos León Segura (Eng. Agrónomo); 8. Gabriel Bornás (Eng. Agrónomo); 9. Mariano Rodríguez de Rivas (Advogado); 10. Ricardo Pérez Calvet (Eng. Agrónomo); 11. D. Miguel Fisac (Arquitecto); 12. D. Miguel Angel García Lomas (Arquiteto); 13. D. Santiago Aróchaga (Eng. de Estradas); 14. Carlos Domínguez de la Fuente (Advogado); 15J. oaquín Martínez Friera (Tenente Coronel); 16. Froilán Gracia (Jardineiro); 17. Ángel del Campo (Eng. de Estradas); 18. José León Jáuregui (Arquiteto)
- Primeiros Estatutos do IEJAP (1952), aprovados na reunião constitutiva.
B. Revisão dos Estatutos e registos oficiais (1965–1979) (p. 14 a 26) - "Propuesta de Nuevos Estatutos del Instituto de Estudios de Jardinería y Arte Paisajista", Madrid, 16 de dezembro de 1965. Adaptação à Ley 191/1964 da Jefatura del Estado e ao Decreto 1.440/1965 do Ministerio de la Gobernación. Lista de membros fundadores reconhecidos em 1965 (coincidente com a ata de 1952).. Visado: "conforme a lo prevenido en el artículo tercero de la Ley de 24 de diciembre de 1964, por resolución de 28 de febrero de 1967. El Jefe de la Sección." (Madrid, 28 de fevereiro de 1967).
- Exposição de Julio de Saro y Díaz-Ordóñez ao Ministerio del Interior (Director General de Política Interior — Asociaciones Apolíticas), Madrid, 20 de fevereiro de 1979. Selo de entrada: Ministerio del Interior, Registro General, [?].[?].1979. O signatário identifica-se, expõe ter sido nomeado Secretário Geral na última Junta celebrada a 15 de dezembro de 1978, e solicita certificação da data de inscrição do Instituto e do número de registo que lhe corresponde.
- Certificado do Ministerio del Interior (Dirección General de Política Interior, TH. Asociaciones), Madrid, 22 de fevereiro de 1979. Emitido por Carmen Ferrer Peña, Jefe del Servicio de Asociaciones de Interés Local. Certifica: inscrição do IEJAP no Registro Nacional de Asociaciones com data de 28 de fevereiro de 1967, Nº 5.257. Selo oficial.
C. Documentação preparada para a IFLA e análise crítica institucional (1983–1985) (p. 27 a 47) - Cópia da carta constitutiva original (1952). Segunda cópia em castelhano da carta constitutiva de 12/13 de dezembro de 1952. Provavelmente preparada para envio à IFLA em setembro de 1984.
- "Documentation and Chronological Facts", Madrid, September 12, 1984. Documento do IEJAP (Claudio Moyano 1, 28014 Madrid; Telf. 230.99.02; "Centro Colaborador del Ministerio de Agricultura; Miembro Fundador de la IFLA"), com logotipo e selo da instituição. Cronologia oficial em inglês, preparada para a IFLA:
• 1952: Initial Constitution of "INSTITUTO DE ESTUDIOS DE JARDINERIA Y ARTE PAISAJISTA", in accordance with old law of associations (December 12, 1952). Act of Constitution translated in English.
• 1965/1967: Adaptation to the new law of Associations 191/1964. Decree by the "Ministerio de la Bobernación" [sic]. Approved and registered under number 5.257 on February 28, 1967. (1st paragraph in English.)
• 1967: Authorization to IEJAP by agreement of the Council of Ministers, May 26, 1967, to form part of the International Federation of Landscape Architects (IFLA), as stated in the corresponding protocol in the Register of Associations of the Internal Ministry.
• 1967/1983: Certification of Public Utility by the Interior Ministry.
• 1984: Present Statutes (in English). Inglês. - Carta do Presidente do IEJAP, Luis Moreno de Cala, ao Presidente da IFLA, Zvi Miller, Madrid, September 12, 1984. Cabeçalho do IEJAP (Claudio Moyano 1, 28014 Madrid; "Centro Colaborador del Ministerio de Agricultura; Miembro Fundador de la IFLA"). Confirma recepção da carta de Miller de 14 de agosto de 1984, que acompanhava documentação enviada pela "Spanish Association of Landscape Architects", assinada por Luis Iglesias. Resposta do Presidente: (1) nenhum dos membros dessa associação é Arquiteto Paisagista, pois esse título não existe oficialmente em Espanha; (2) vários deles pertencem ou pertenceram ao IEJAP, com formação semelhante à dos seus membros; (3) "Our impression is that the building Architects are trying to separate from IEJAP, with exclusive character, to get competitive advantage in the job crises that runs through the sector"; (4) Envia fotocopias da Ata de Constituição de 1952, dos Estatutos vigentes em inglês e dos factos cronológicos. Conclui: "Thank you for your information, and I will see you soon in Budapest." Assinado. Inglês.
- Tradução inglesa da carta constitutiva de 12-13 de dezembro de 1952, com assinaturas. Inglês.
- Tradução inglesa da "Propuesta de Nuevos Estatutos" (1965/1967). Inglês.
- "Informe sobre el Instituto de Estudios de Jardinería y Arte Paisajístico (IEJAP) — Análisis de situación y funcionamiento", outubro de 1985. [Autor: Carralero], com detalhe de:
I. ANTECEDENTES: A escassa documentação existente na Secretaria impossibilita reconstruir a trajetória desde a constituição. Atribui a lacuna à retenção de documentos pelos presidentes sucessivos e aos extravios resultantes das várias mudanças de domicílio. O único dado da Secretaria é a fotocópia da ata constitutiva de 12 Dez 1952, mas a nota de receção advertia que não haveria registo até se receber cópia autorizada da ata, desconhecendo-se se tal chegou a cumprir-se. O IEJAP reconheceu num escrito de 11 de novembro de 1983 ao Ministerio del Interior encontrar-se num "estado de gran confusión".
II. SITUACIÓN ACTUAL:
1.1: IEJAP inscrito no Registro Nacional de Asociaciones a 28 de fevereiro de 1967. É a partir dessa data que a instituição tem plena personalidade jurídica sob a Ley 191/64.
1.2: Pertença à IFLA autorizada por acordo do Conselho de Ministros de 26 de maio de 1967. Porém, o estatuto de "membro fundador" — que a instituição se atribui — é questionado: a IFLA reserva essa condição exclusivamente às pessoas individuais que subscreveram o acordo fundacional, e a própria Federação já o tinha negado ao IEJAP anteriormente.
1.3: A declaração de "Utilidade Pública" é utilizada pela instituição por "error al que por certificación oficial indujo el propio Ministerio del Interior"; a pesquisa de dados não permite encontrar indício de que tal petição foi alguma vez efetuada.
1.4: Legalização concluída em julho de 1985 com a aprovação dos novos Estatutos.
2.1–2.3: Organização administrativa "más que deplorable, podría calificarse de inexistente": uma única empregada a tempo parcial; inexistência de livros de entradas e saídas; os arquivos da Secretaria não permitem conhecer a situação de cada gestão em curso.
2.4.1: O único Livro de Atas existente só regista reuniões a partir de outubro de 1979.
2.4.3: Existem listas de sócios, mas sem registo da atividade de grande parte dos associados é desconhecida.- Estado económico: orçamento insuficiente para o mínimo programa de atuação; plano aprovado na Assembleia Geral de 6 de outubro de 1983 "calificable de utópico" nas circunstâncias atuais. Comparação internacional.
III. PROGRAMA DE AÇÃO:
I. Reestruturação interna: organização constitucional e organização burocrática.
II. Expansão do IEJAP — Nacional: atracão de novos membros individuais e corporativos; projeção da imagem (comunicação social, mesas redondas, publicações, boletim, inventários de jardins históricos, prémios IEJAP); Internacional: estreitamento das relações com a IFLA, contactos com associações membros, recopilação de documentação e legislação comunitária sobre livre circulação profissional na CEE.
III. Institucionalização da profissão: Grau universitário (necessidade urgente de ensino universitário oficial em arquitetura paisagista, aproveitando a reforma dos cursos universitários prevista para setembro de 1987); Regulação da atividade profissional.
- Estado económico: orçamento insuficiente para o mínimo programa de atuação; plano aprovado na Assembleia Geral de 6 de outubro de 1983 "calificable de utópico" nas circunstâncias atuais. Comparação internacional.
- "Notas Aclaratorias al Informe del Sr. Carralero", [s.d., Outubro–Novembro 1985]. Documento com logotipo e selo IEJAP. Responde ponto por ponto ao documento anterior, identificando o seu autor como "Sr. Carralero".
- Certificado do Ministerio del Interior (Dirección General de Política Interior, CS/TH. ASOCIACIONES), Madrid, 22 de novembro de 1983. Emitido por Carmen Sánchez Fernández. Certifica: inscrição do IEJAP no Registro Nacional de Asociaciones com data de 28 de fevereiro de 1967, Nº 5.257; e que a mesma entidade foi declarada de "utilidad pública" com data de 26 de maio de 1967. Selo oficial. Emitido a pedido da parte interessada.
- Certificado do Ministerio del Interior em inglês (Tradução do documento anterior, provavelmente preparada para envio à IFLA em setembro de 1984.
Conjunto de fichas individuais de sócios, organizadas por ordem alfabética através de separadores em cartão de cor terracota. Cada ficha contém dados de identificação pessoal e, presumivelmente, informação sobre o estatuto de associado (admissão, quotas, baixa). A série não está completa, não existindo ficha para a totalidade dos sócios.
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